Você pode até discordar, mas vale a pena ler.
“Tudo isso é o resultado de uma formação profissional defeituosa, caracterizada pela hipertrofia da técnica, com prejuízo da filosofia biblioteconômica, da cultura que é ingrediente indispensável no treinamento de bibliotecários. Ensina-se um know-how deficiente e capenga, porque desligado do contexto natural da Biblioteconomia, que é a cultura. Ensina-se “como fazer”, sem explicar “porque” e “para que” fazer, de tudo resultando bibliotecários que fazem fichas como o pobre do Carlitos manipulava as chaves de parafuso: criando automatismos puramente animais.”
Ver texto em: Extralibris, 19 abril 2009
Ver matéria em: Folha online, 29 junho 2009