Bibliotecas Municipais

Municípios de todo o país com bibliotecas públicas têm até hoje (31) para se cadastrar no programa Telecentros Comunitários, do Ministério das Comunicações. Até agora, 1.290 instituições já foram inscritas para receber o kit telecentro, composto por mobiliários e computadores que permitem acesso gratuito à internet.

Os telecentros serão instalados exclusivamente em bibliotecas públicas, não contemplando bibliotecas escolares.

Fonte: Correio Braziliense, 31 ago. 2010

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Obras Raras e Coleções Especiais

Forum a ser realizado em outubro na UNICAMP, através da sua Coordenadoria Geral, discutirá as questões relacionadas aos critérios para reunir, preservar e dispor o acesso às coleções e arquivos de documentos raros e especiais.

Programa do evento:

Dia 06/10/2010

MANHÃ

9h30 – Abertura Oficial
- Fernando Ferreira Costa – Reitor da UNICAMP
- Edgar Salvadori De Decca – Coordenador Geral da UNICAMP
- Alcir Pécora – Diretor do IEL/UNICAMP

10h00 – A Biblioteca Oliveira Lima – Universidade Católica de Washington
- Convidado: Thomas Cohen
- Mediador: Alcir Pécora

12h00 – Almoço

TARDE

14h30
Obras Raras na Biblioteca Nacional
- Convidada: Ana Virginia Pinheiro
Programas de Preservação – Biblioteca do Congresso – USA
- Convidada: Beatriz Haspo
- Mediador: Luiz Vicentini – SBU/UNICAMP

16h00 – intervalo café

16h15
Projeto Brasiliana USP
- Convidado: Pedro Puntoni
- Mediador: Alcir Pécora

Dia 07/10/2010

MANHÃ

10h30
Depoimentos de Bibliófilos e Grandes Colecionadores
- Convidados: Pedro Corrêa do Lago e Ruy Souza e Silva
- Mediadora: Maria Eugenia Boaventura – IEL/UNICAMP

12h00 – intervalo almoço
TARDE

14h30
Como Preservar obras raras
- Convidada: Ingrid Beck

A Conservação de Obras Raras – Os Conceitos desenvolvidos no Núcleo da Fundação Casa de Rui Barbosa
- Convidada: Maria Luisa Soares
- Mediadora: Neire do Rossio Martins – SIARQ/UNICAMP

16h00 – intervalo café

16h15
Acervos Documentais: A Integridade dos Conjuntos
- Convidada: Ana Maria de Almeida Camargo – História – USP
- Mediador: Edgar Salvadori De Decca

17h15 – Encerramento

Detalhes e inscrições: http://foruns.bc.unicamp.br/arte/foruns_arte.php

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Legalidade de Documentos Digitais

“A Fundação Casa de Rui Barbosa promove, dentro da série Memória & Informação, a palestra Documentos Digitais como prova em questões judiciais, ministrada pela advogada e professora Ana Amelia Menna Barreto. O evento acontece no dia 25 de agosto, às 14h30, na sala de cursos. A entrada é franca.

:: Ementa

Serão abordados na palestra os seguintes temas: documento físico e eletrônico, diferenciação, força probante, requisitos admissibilidade, assinatura digital, ICP-Brasil, admissão ordenamento jurídico, força probante, prova judicial e casos concretos.

Sobre o palestrante:

Ana Amelia Menna Barreto é advogada e professora de Pós-Graduação em Direito e Tecnologia da Informação da Fundação Getúlio Vargas”.

Ver em: http://www.casaruibarbosa.gov.br/template_01/default.asp?page=materia&VID_Secao=9&VNM_Secao=notícias&VID_Materia=1833

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ABCD – Continuação do Projeto

Comunicado de Ernesto Spinak no Forum CDS/ISIS em 15/08/2010, sobre o desenvolvimento do ABCD:

“Estimados colegas

En estos días se enviaron algunos mensajes que expresan angustia o ansiedad como si el proyecto ABCD estuviera siendo abandonado por Bireme y otras ideas similares.

Como ha dicho correctamente Egbert, y queremos reiterar, Bireme está comprometido institucionalmente con ABCD y lo ha incorporado como parte de su estrategia regional de Bibliotecas Virtuales en Salud. En el mes de julio completó la instalación de ABCD en la Biblioteca del Ministerio de Salud en Brasilia y sigue adelante con similares proyectos en otras instituciones, proximamente en la Universidad del Estado de San Pablo.

Debemos entener que ABCD no es el único proyecto de Bireme, pues como pueden ver en la página de Reddes, Ve hay más de 20 proyectos en desarrollo y todos en FOSS, o sea open source.
Vea: http://reddes.bvsaude.org/php/index.php?lang=en.

Por otra parte no debemos personalizar los proyectos. ABCD no “pertenece” a ninguna persona o programador en particular, ni nadie es indispensable. Posiblemente la persona más importante en la historia del CDS/ISIS fue Giampaolo Del Bigio, y luego que se nos fue hace ya 10 años, el ISIS ha seguido su camino con la cooperación de muchas personas. ABCD no depende de que se contrate a ninguna de las personas mencionadas en los mensajes. No tenemos programadores estrellas.

ABCD es el resultado del trabajo cooperativo de más de 80 personas en 20 países. Algunas personas son más conocidas porque han asumido un papel público, pero no son necesariamente ni las más importantes ni las que más han desarrollado tareas. Si miran la pagina del Hall of Fame, verán que del personal de Bireme han participado unas 20 personas, y una media docena de ellas lo hacen en carácter permanente, sin embargo sus nombres generalmente no aparecen. Estas personas desarrollaron enteramente el SeCS, EmpWeb, iAH, la interfaz ABCS-Site, así como la librería CISIS y sus utilitarios sobre el que se programó ABCD. Esto da cuenta de más del 50% de la aplicación y algunos de sus nombres permanencen en bajo perfil. http://reddes.bvsalud.org/projects/abcd/wiki/HallFame.

No es necesario tener contratos con Bireme para que el ABCD avance. Varias personas han realizado contribuciones importantísimas en forma voluntaria sin haber pedido nunca nada. Solo tres ejemplos (y soy injusto con todos los que olvido). Ben Winnubst de New Zealand es un contribuyente permanente desde la primera hora con aportes importantísimos, al igual que Edwin Hübner de Brasil que ha tomado a su cargo tareas claves de revisión del MARC. Wenke Adam de Chile ha sido nuestra principal traductora al inglés y ha revisado cientos de páginas de manuales. Pero miren la página del Hall of Fame, hay docenas de ustedes que cooperan sin tener contratos.

Yo mismo, (y me nombro porque fui mencionado en algunos mensajes) tengo algunos contratos periódicos, pero no en forma permanente, solo cuando hay tareas que nos requieren. El resto del tiempo seguimos cooperando en forma voluntaria, porque sería muy mezquino de nuestra parte condicionar nuestro aporte a una aplicación FOSS al hecho de que se nos pague. Y lo mismo podemos decir de Eustache Megnigbeto, de Piet de Keyser y tantos otros que nunca pidieron dinero para ayudar.

De modo que ABCD es el resultado de la cooperación de todos ustedes bajo la coordinación del equipo de Bireme que sigue trabajando. Los que quieran colaborar son bienvenidos.

Atentamente
Ernesto Spinak”

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Inovação

“O que determina o sucesso de uma organização é a capacidade de atrair a atenção dos consumidores para as suas ideias, produtos ou serviços. E, para isso, é preciso se diferenciar. A essência da inovação é a busca pela diferenciação. A tentativa de deixar o cardume e buscar uma nova alternativa. Algo que, até então, não acontece na tecnologia ou em qualquer outro lugar, mas exclusivamente em nossas mentes. Uma capacidade que não dá para ser percebida pelo exterior. Não importa a idade, a origem, o sexo ou a cor da gravata, mas envolve a capacidade de navegar no problema sem se perder; modelar o todo e as partes, fazer as perguntas certas, nas horas certas; vencer aparentes contradições; manter a mente de criança; arriscar; e, assim, criar e contar uma nova história.”

“Para inovar, uma empresa necessita criar um ambiente certo, uma cultura certa para inspirar as pessoas e potencializar suas mentes a atingir todo seu potencial.”

Para mim, vale para instituições públicas e privadas.

Fonte: Bezerra, Charles – A chave para a inovação. Portal HSM Online, 16 jun. 2010.

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Incêndios no Mundo

Web Fire Mapper

Lançado hoje pela FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação) site que acompanha quase em tempo real, a ocorrência de incêndios em todos os cantos do mundo.

Denominado Global Fire Information Management System (GFIMS), o site tem como objetivo ajudar os países no combate aos incêndios, ao mostrar quais as áreas que necessitam de intervenção.

Os dados são captados de satélites da NASA sobre focos de incêndios, com um lapso de duas horas e meia entre captura e divulgação.

Os responsáveis pelo combate aos sinistros podem receber alertas em por e-mail, sobre áreas específicas, a tempo de agirem.

Ver matéria em: Sapo.pt, 11 ago. 2010

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Bibliotecas Digitais

Curso Bibliotecas Digitais – Convênio DATA COOP / UNIVERCIDADE

Objetivo:
Capacitar profissionais de informação a conhecerem as principais tecnologias, metodologias e padrões referentes a bibliotecas digitais, capacitando-os a planejar, implantar e operar estes serviços. Desta forma, é centrado em metodologias que visam a operacionalização de bibliotecas digitais, através do estudo de modelos e casos, conhecimento, análise teste e avaliação de padrões de tecnologia da informação aplicáveis às bibliotecas digitais, uso de sistemas de metadados, uso de sistemas degestão de bibliotecas digitais, especificação da infra-estrutura tecnológica necessária a um projeto de biblioteca digital.

Programa:
1.Introdução

Objetivos, programa do curso
Conceito de bibliotecas digitais

2. Tipos / modelos de serviços / casos
a. Conceituação, definições
b. Portais SOSIG, Portal Nuclear, BVSs
c. Publicações eletrônicas
d. Repositórios DICI
e. Provedores de serviço: OAIster, Arc, CiteBase, MetaLis
f. Bibliotecas digitais

3. Tópicos em tecnologia de informação de interesse para BDs
a. digitalização, formatos digitais, escaners,
b. endereçamento eletrônico permanente
c. preservação digital
d. Metadados e XML
i. O quê são, para que servem
ii. Dublin Core Metadata Element Set
iii. Codificação em HTML e em XML
iv. Outros padrões de metadados bibliográficos: METS, MODS, MARC-XML

4. Interoperabilidade: padrões, protocolos
i. conceituação,
ii. modelos de interoperabilidade em bibliotecas digitais
iii. OAI PMH
iv. Z39.50

5. Plano de implantação de uma BD
a. Planejamento: escopo, necessidades dos usuários, definição de políticas
b. Concepção: arquitetura, Web-design
c. Serviços: concepção, avaliação
d. Desenvolvimento de coleções
e. Direitos autorais
f. Infra-estrutura tecnológica: site de uma BD: redes, servidores, domínio, padrões tecnológicos
g. Avaliação

6. Diretrizes para seleção de um Sistema de Gestão de BD, Ferramentas livres disponíveis.

Instrutores:

Dr. Carlos Henrique Marcondes é professor do Departamento de Ciência da Informação da UFF-Universidade Federal Fluminense, do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação convênio UFF/IBICT, do Curso de Especialização em Informação Científica e Tecnológica em Saúde, do ICICT/FIOCRUZ, onde ministra disciplinas relacionadas com tecnologia da informação aplicada a bibliotecas e arquivos. É mestre e doutor em Ciência da Informação pela UFRJ/DEP-IBICT e pesquisador nível 1D do CNPq. É consultor ad hoc da CAPES/MEC e do CNPq. Foi membro do CTC Comitê Técnico-científico do IBICT. É membro da Câmara Técnica de Documentos Digitais do CONARQ/Arquivo Nacional. É membro do Comitê Editorial de diversos periódicos na área de Ciência da Informação. Tem atuado em diferentes projetos relacionados a tópicos como
bibliotecas digitais e documentos eletrônicos, em instituições como IBICT, no projeto da Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (http://www.ibict.br/bdtd/acesso.htm); na FIOCRUZ, no projeto Dicionário Histórico e Biográfico das Ciências Médicas e da Saúde no Brasil (http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br); no CNPq, no Programa PROSSIGA Comunicação e Informação para Pesquisa (http://www.prossiga.br); no projeto de Tese e Dissertações Eletrônicas da UFF; e na BIREME, no projeto interface SciELO/Open Archives (http://www.scielo.br). Dr. Marcondes é um especialista em bases de dados ISIS e autor de várias publicações, em periódicos nacionais e internacionais, na área de bibliotecas digitais, metadados, publicações eletrônicas. Aqui pode-se acessar seu Curriculun Vitae no sistema Lattes/CNPq.

Dr. Luis Fernando Sayão trabalha no CIN-Centro de Informações Nucleares da Comissão Nacional de Energia Nuclear. É representante brasileiro no INIS-the International Nuclear Information System e no ETDE the Energy Technology Data Exchange. É mestre e doutor em Ciência da Informação pela UFRJ/DEP-IBICT. É
consultor “ad hoc” da FINEP e da FAPESP. É membro da Câmara Técnica de Documentos Digitais do CONARQ Conselho Nacional de Arquivos. Foi professor da Universidade Santa Úrsula e da UNIRIO, nos cursos de biblioteconomia. Participou como consultor em projetos como Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (http://www.ibict.br/bdtd/acesso.htm), do IBICT; no projeto Dicionário Histórico e Biográfico das Ciências Médicas e da Saúde no Brasil (http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br), da FIOCRUZ; no Programa PROSSIGA Comunicação e Informação para Pesquisa (http://www.prossiga.br), do CNPq; no projeto interface SciELO/Open Archives (http://www.scielo.br), para a BIREME. Aqui pode-se acessar seu Curriculun Vitae no sistema Lattes/CNPq.

Os instrutores são organizadores e autores de capítulos do livro BIBLIOTECAS DIGITAIS: saberes e práticas. Salvador : Ed. UFBA, Brasília : IBICT, 2005.

Carga horária: 20 horas/aula
Período: 09/11/2010 a 12/11/2010
Horário: 13 às 18 horas
Endereço: UniverCidade – Unidade Carioca (Estação do Metrô-Carioca).
Investimento: R$1000,00 por pessoa em 2 vezes – 50% na inscrição e 50% até dia 05/11/2010.
Local da Inscrição : Data Coop – Rua da Quitanda, nº 19 – sala 401 – Centro ou
E-mail: wilsy@datacoop.com.br
Depósito : Banco do Brasil
Ag: 1251-3 c/c.: 30778-5
Confirmação via Fax 38521117 – r. 21

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Livro Impresso X E-book

Ontem foi postado por Leonid Taycher, no blog Inside Google Books que a empresa estima que existam 129,864,880 de livros no mundo.

A conta foi feita a partir da comparação dos metadados de mais 150 fornecedores, incluindo Bibliotecas, WorldCat, catálogos coletivos nacionais e provedores comerciais, para excluir duplicidades e considerando outros fatores, já que o projeto ambiciona digitalizar tudo o que está publicado.

Já na FLIP, os historiadores Robert Darnton e John Makinson debateram sobre o tema (que já cansa!) “fim do livro”. Mr. Darnton ponderou sobre uma questão que é a preocupação de muita gente com relação ao projeto Google Books:

“Eu admiro o Google, que em 20 anos revolucinou a forma de processarmos informações, mas ao mesmo tempo ele representa uma ameaça. Quando livros da Biblioteca de Harvard são vendidos em forma digital, o saber está sendo privatizado.”

Ver matérias em: Inside Google Books, 5 ago. 2010. Disponível em: <http://booksearch.blogspot.com/2010/08/books-of-world-stand-up-and-be-counted.html>.

G1, 6 ago. 2010. Disponível em:<http://g1.globo.com/pop-arte/flip/noticia/2010/08/e-absurdo-dizer-que-o-livro-esta-morrendo-diz-editor-da-penguin.html>.

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